
Na inspeção à Maternidade Ana Braga, na madrugada deste domingo (13), Carlos Almeida constatou falta de leitos de UTI, de medicamentos e insumos e de ar condicionados em alguns ambientes, além de má acomodação de pacientes e acompanhantes. Foto: Divulgação
O vice-governador e secretário estadual de Saúde, Carlos Almeida Filho, inspecionou a Maternidade Ana Braga, na madrugada deste domingo (13) e constatou falta de leitos de Unidade de Terapia intensiva (UTI), de medicamentos e insumos e de ar condicionados em alguns ambientes, além de má acomodação de pacientes e acompanhantes.
Outro ponto observado durante a inspeção foi o atendimento de mães e bebês que precisam de transferência para tratamentos em outras unidades de saúde, como é o caso dos cardiopatas. “Algumas crianças precisam de tratamento no Hospital Francisca Mendes e se encontram há meses esperando”, comentou.
A secretária executiva da Susam, Vanessa Nascimento, classificou o estado da maternidade como “caótica”. “Nós temos problemas estruturais, de abastecimento e de equipamentos”, salientou.
Para ela, o primeiro passo é ouvir os profissionais que estão em contato direto com a população para entender as necessidades para um bom funcionamento da unidade de saúde.
“E assim criar um método para que a gente possa identificar todos os problemas e as possíveis soluções, bem como classificá-las no grau de emergência e naquilo que vai poder esperar para poder trabalharmos ao longo desses quatro anos”, explicou. Segundo a secretária executiva da Susam, as maternidades vão ter prioridade de tratamento na atual gestão.
As inspeções nas unidades vão continuar e devem acontecer semanalmente ou em períodos com menor tempo de intervalo, de acordo com o vice-governador e secretário de Saúde. “O objetivo é constatar a rede em funcionamento. Então, os horários e as constatações são feitos em momentos aleatórios, sem hora marcada”, destacou.
O secretário já esteve com a equipe no Hospital Universitário Francisca Mendes (HUFM), Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, Complexo Regulador e Central de Medicamentos do Amazonas (Cema).