
Luciano dos Santos desembarcou de Coari com a droga, que foi apreendida em sua casa, no bairro Gilberto Mestrinho. Foto: Erlon Rodrigues/ PC-AM
Luciano dos Santos Rodrigues, 44, é o segundo prático de embarcação preso em menos de 48 horas em Manaus por tráfico de drogas, com 13 quilos de maconha tipo skunk avaliados em R$ 65 mil.
Ele foi detido nesta terça-feira (30) na casa onde morava, na rua Filadélfia, bairro Gilberto Mestrinho, zona Leste, após ação do Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc), sob o comando do delegado e diretor Paulo Mavignier.
Segundo o diretor do Denarc, Luciano foi detido em razão de desdobramento de trabalhos investigativos relacionados a tráfico de drogas.
Durante revista no interior do imóvel foram encontrados 13 tabletes de maconha do tipo skunk, que teve como origem a cidade de Coari (distante 363 quilômetros de Manaus).
“Tínhamos a informação de que havia um carregamento de droga embarcada em Coari para Manaus. O prático conseguiu desembarcar com a mala e ir para a casa. As equipes do Denarc, em campana, fizeram busca e apreenderam os 13 kg de entorpecentes”, explicou Mavignier.
Conforme o delegado, o prático não falou de quem recebeu a droga nem para quem seria entregue, nem mesmo o valor que receberia pelo transporte.
“Vamos seguir com a investigação para chegar aos demais envolvidos. Essa maconha provavelmente veio da região do Japurá. Continuamos fazendo abordagens em barcos de recreio em ação permanente de combate ao tráfico”, disse o diretor do Denarc.
Luciano foi autuado em flagrante por tráfico de drogas. Ao término dos procedimentos cabíveis na unidade policial, ele será encaminhado para audiência de custódia no Fórum Ministro Henoch da Silva Reis, São Francisco, zona Sul.
Ontem, o prático Eurico de Lima Barbosa, 55, foi preso por equipe do Denarc com 10 kg de maconha tipo skunk numa embarcação no Porto da Manaus Moderna.
“Pelo nosso disque denúncia exclusivo recebemos uma denúncia de que uma quantidade de 10 kg estava num barco de recreio que faz a linha pelo Japurá (distante 744 quilômetros de Manaus). Fizemos a revista em toda a bagagem e embarcação, até que localizamos a droga escondida num bote que estava sendo puxado. O prático não disse quanto receberia pelo transporte e que estava fazendo pela primeira vez”, explicou Mavignier.
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