
Gilvandro Mota foi acusado de estupro pela irmã porque combateu o namoro dela
Uma briga familiar foi parar nas redes sociais e em portais de notícias. O vereador Gilvandro Mota (PTC), que é coronel da PM, tentou se opor a namoro da irmã e foi acusado de estupro por ela. Lia Sandrine Vinhote da Silva, 23, chegou a registrar Boletim de Ocorrência (BO). Depois, quando viu a repercussão que o caso teve, se arrependeu e retirou a queixa.
“Tivemos uma discussão porque eu não aceito a forma como ela conduz o relacionamento amoroso dela. Ela é muito jovem. A tenho como minha filha. Foi influenciada por essa pessoa com quem ela namora, numa inconsequência da juventude. Eu fui o maior prejudicado com tudo isso”, lamentou o vereador.
Lia Sandrine esteve na Delegacia de Crimes contra a Mulher, às 23h de sexta (01/12), e registrou o BO 17.E.0170.0010592, acusando o irmão. O fato, segundo a irmã, teria ocorrido em um apartamento do condomínio Ilhas Belas, no bairro Ponta Negra.
Gilvandro explicou que, diante da desistência da irmã, ele não precisará mais comparecer à delegacia para esclarecimentos. Havia audiência marcada para esta quarta-feira (06/12), às 14h.
“Quem me conhece sabe que eu jamais faria uma coisa dessas. Eu só ajudei a minha irmã e ela não conseguiu entender que eu só me preocupo com ela. Graças a Deus ela tomou essa atitude justa e desistiu de levar isso adiante”, disse ele.
O vereador informou que deverá fazer um pronunciamento na Câmara de Manaus nesta quarta-feira (6). “Quero esclarecer o que de fato houve”, disse. Gilvandro chegou a publicar no FaceBook que as “más companhias” da irmã foram responsáveis por tudo, mas retirou a publicação.
Lia não fez qualquer declaração sobre o caso.
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