Motoristas do transporte especial fazem protesto e param o T1. Manaustrans libera faixa azul. Veja fotos

Desde as primeiras horas do dia, sindicato dos motoristas das empresas de transporte especial fazem protestos desde a avenida Autaz Mirim, chegando ao T1. Fotos: Divulgação

Um protesto praticamente fechou o Terminal 1, na avenida Constantino Nery, Centro, na manhã desta quarta-feira (16). Ainda não há posição do Sindicato dos Rodoviários, mas a assessoria do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) informou que não é movimento grevista, e sim do transporte especial que faz rota para o Distrito Industrial. Como estão realizando um protesto próximo ao T1, os coletivos ficaram retidos no local.

Em virtude da interrupção no trânsito, o Manaustrans informou que a faixa exclusiva de transporte exclusivo, a Faixa Azul, está liberada para a circulação de todos os veículos, apenas na avenida Constantino Nery, em ambos os sentidos.

Em solidariedade ao movimento, motoristas e cobradores do transporte coletivo também estariam parando no T1. Desde cedo, motoristas das empresas de transporte especial fazem manifestação pela capital, por razões de segurança, após repetidos assaltos a ônibus que transportam trabalhadores do Polo Industrial de Manaus (PIM).

O sindicato da categoria informou que 800 veículos foram parados ao longo da avenida Autaz Mirim (Grande Circular), entre as rotatórias do São José e do Armando Mendes, na zona Leste.

A avenida Autaz Mirim teve duas faixas interditadas. Apenas a faixa central foi usada para circulação dos outros veículos que passavam pelo local. O protesto causou lentidão e congestionamento no sentido bairro-Centro.

A manifestação ocorreu após um motorista ter sido baleado durante uma tentativa de assalto ontem. A vítima foi Manfrini Pereira, 42, que foi baleado com um tiro. Os assaltantes agiram, por volta de 5h10, na rua Canaleta. Um grupo de quatro pessoas tentou invadir o ônibus no momento em que o veículo parou para o embarque de um trabalhador. A bala ficou alojada na coluna e hoje ele passaria por procedimento cirúrgico no Hospital Pronto-Socorro (HPS) Platão Araújo.

Com o protesto, transporte coletivo foi afetado no terminal

PUBLICIDADE
Veja também
Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.