22/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Réu não chega a Manaus e julgamento de “João Branco”, da FDN, é adiado para 25 de agosto

Publicado em 30 de junho, 2017

Um dos réus não chegou a Manaus para o julgamento e a sessão foi adiada. Tribunal do Júri agora vai julgar o caso em 25 de agosto. “João Branco”, narcotraficante da facção criminosa FDN, seria ouvido por videoconferência. Foto: Divulgação TJAM

Pela quarta vez, o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) adiou o julgamento do narcotraficante João Paulo Pinto Carioca, o “João Branco”, que estava marcado para hoje (30), no Fórum Henoch Reis, mas não aconteceu em razão da ausência de um dos quatro réus previstos para depor em Manaus.

“João Branco” é um dos líderes do crime organizado do Amazonas e acusado de planejar a morte e executar o delegado da Polícia Civil, Oscar Cardoso Filho. O narcotraficante é ligado à Família do Norte e seria interrogado por videoconferência nesta sexta. A previsão para a próxima data de julgamento é 25 de agosto.

A sessão na 2ª Vara do Tribunal do Júri estava prevista para começar às 9h, mas só foi iniciada às 10h50, sem a presença do réu Marcos Roberto Miranda, o “Marcos Pará”, que está preso na Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Conforme a assessoria do TJAM, a Polícia Federal não conseguiu fazer o transporte de “Marcos Pará”, por problemas na emissão de passagens áreas de parte da equipe de escolta para o réu. Ele chegaria a Manaus nesta quinta (29) e tinha previsão de retorno no domingo (2).

Conforme o TJAM, a responsabilidade de trazer Marcos era da Polícia Federal. O Departamento Penitenciário Nacional (Depen) enviou ofício ao tribunal informando o impedimento. “João Branco” seria ouvido por videoconferência, mesmo a contragosto da acusação, que queria que ele sentasse no banco dos réus. Ele está na Penitenciária Federal de Catanduvas, no interior do Paraná.

Processo

Segundo o TJAM, o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE-AM), baseado no inquérito policial, denunciou cinco pessoas suspeitas do envolvimento na morte do delegado: “João Branco”, Messias Maia Sodré, Diego Bruno de Souza Moldes, Mário Jorge Nobre de Albuquerque (“Mário Tabatinga”) e Marcos Roberto Miranda da Silva, o “Marcos Pará”.

Entre testemunhas de defesa e acusação, 10 pessoas estavam convocadas para depor durante o julgamento, que deveria entrar pelo fim de semana. Com exceção de “Marcos Pará”, todas as testemunhas, inclusive duas confidenciais, estavam no Tribunal do Júri aguardando o início da sessão.

Veja mais notícias em Cidade

RELACIONADAS

Portal do Marcos Santos
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.