Na manhã desta quinta-feira (05/01), os peritos oficiais do Amazonas protestaram por melhores condições de trabalho e valorização da categoria, em frente à sede do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), na Avenida André Araújo, bairro Aleixo, zona centro-sul. Atualmente, existem 170 peritos no Estado, quando o recomendado pela Organização das Nações Unidas (ONU) é de 500 profissionais.
Os peritos denunciaram a falta de infraestrutura básica para a realização do trabalho, como luva, gaze e reagentes.
A categoria reivindica a inclusão da classe dos peritos Oficiais na Lei de reestruturação remuneratória da carreira da Polícia Civil; a destituição imediata dos diretores dos institutos e dos Departamentos de Polícia Técnico-Científica (DPTC); a eleição direta dos novos dirigentes para esses órgãos através da lista tríplice; e a aplicação do Decreto Governamental com implantação da Lei de Reestruturação do órgão Pericial em todo o Estado.
Representantes dos peritos se reuniram com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármem Lúcia, que estava em Manaus, para pedir o reconhecimento da importância da perícia.
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