
Sérgio Fontes (esquerda) é o novo secretário estadual de Segurança, Orlando Amaral (acima, à direita) é o delegado-geral e Gilberto Gouvea (abaixo) o comandante da PM
A nomeação do ex-superintendente da Polícia Federal no Amazonas e diretor da Academia Nacional de Polícia, delegado federal Sérgio Fontes, sai no Diário Oficial de hoje (12/01), cuja publicação ocorre amanhã. Ele é o novo secretário estadual de Segurança Pública, no lugar do coronel PM Paulo Roberto Vital. Este, para não voltar à aposentadoria, deverá ganhar um cargo no gabinete do governador.
Os novos delegado-geral da Polícia Civil, o atual delegado de Roubos, Furtos e Defraudações, Orlando Amaral, e comandante da Polícia Militar, coronel Gilberto Gouvêa, também terão os nomes confirmados na publicação.
O subcomandante da Polícia Militar será o coronel Antônio Escóssio. O delegado-geral Adjunto ainda não está escolhido e o nome depende de entendimento entre Orlando Amaral e Sérgio Fontes.
A atual secretária interina adjunto de Inteligência, Tâmera Assad, que substituiu interinamente Thomaz Vasconcelos, vai permanecer no cargo.
Sérgio Fontes chega a Manaus na sexta-feira, à noite, e ficará à disposição do governador José Melo para marcar a data da posse. A liberação dele da Academia Nacional saiu somente hoje, quando deu o sinal verde para a Casa Civil providenciar as portarias, que estão pendentes apenas da assinatura do governador.
Disciplinador
Gouvêa, o novo comandante da PM, é considerado disciplinador. Há rumores de que teria favorecido comerciantes, quando comandou o policiamento do Centro da cidade, mas nunca houve provas. E ele rompeu com o comando da PM, em 2013, sendo “exilado” num curso na Escola Superior de Guerra (ESG), no Rio de Janeiro, até a volta triunfal como comandante da corporação.
Alecrim e Zaidan
O governador José Melo teria dito, também hoje, que dois nomes estão reconfirmados nos cargos de secretários estaduais, Wilson Alecrim, na Secretaria Estadual de Saúde (Susam), e Raul Zaidan, na Casa Civil e Secretaria Estadual de Governo (Segov). Os dois não serão objeto de portarias, uma vez que não foram destituídos dos cargos.
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