Os policiais que mataram hoje (08/09), durante troca de tiros, dois dos envolvidos na morte do sargento PM José Cláudio Marques da Silva, o Caju, ainda prosseguem em busca de outros suspeitos. Uma mulher, que estaria com a arma do policial, e um informante, tido como a pessoa que “deu a fita”, isto é, revelou os detalhes da retirada e chegada de R$ 34 mil de pagamento na sede do Partido da Mobilização Nacional (PMN), estão sendo perseguidos.
O desfecho da investigação, que iniciou instantes depois da morte de Caju, ocorrida no dia 02/09, aconteceu porque os acusados faziam chacota do ocorrido, dizendo em redes sociais e telefones que a arma do assassinado iria “render muito”, em outros assaltos. Ainda hoje (08/09), o grupo teria assaltado uma distribuidora na Zona Leste e dividido o dinheiro entre eles.
O confronto que terminou com a morte de Marcelo Blanc da Silva, 26, o homem que saltou da moto e disparou à queima-roupa, acertando o braço e as costas de Caju, sem dar chance de defesa, aconteceu na antiga rua das Castanheiras, hoje 1º de Junho, no bairro Zumbi dos Palmares, Zona Leste. O outro morto é Frank Rodrigues Rocha, 35. Os dois eram velhos conhecidos da polícia. Marcelo estava no regime semiaberto do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) e Frank tinha um mandado de prisão por roubo de carga em aberto.
Frank foi preso em setembro de 2011, acusado de comandar uma série de assaltos no bairro Nossa Senhora de Fátima, Zona Norte. O grupo dele usava armas de grosso calibre e tinha muita munição.
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