O deputado estadual Chico Preto (PMN), candidato ao Governo do Amazonas, falou há pouco sobre a morte do segurança da campanha e 3º sargento da Polícia Militar (PM), José Cláudio Marques da Silva, o Caju. Ele foi morto pelas costas, covardemente, pelo carona de uma moto que chegou em alta velocidade e já atirando.
“O instinto dele salvou a vida de minha esposa”, disse o candidato. Silvana e Caju estavam levando, para o comitê do PMN, no conjunto Eldorado, atrás da Delegacia da Mulher, dinheiro para o pagamento dos funcionários.
Repercussão
A morte repercutiu no meio policial. Caju foi do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), que depois virou Comando de Operações Especiais (COE), sendo estimado entre os colegas de tropa.
O latrocínio despertou grande movimento de policiais. Os rumores são de que o desafio deles é encontrar assassino e cúmplice ainda hoje.
O senador Eduardo Braga (PMDB), também candidato ao Governo do Amazonas, fez pronunciamento sobre a morte, com solidariedade a Chico Preto e esposa. “Lamento profundamente o que aconteceu e, ao mesmo tempo, fico indignado porque essa é mais uma prova da falta de segurança que assola nosso Estado”, disse o senador.
Velório
José Cláudio Marques da Silva será velado no templo da Igreja Católica, próximo ao Terminal 3 (T3), na Cidade Nova.
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