A nomeação de dois conselheiros tutelares a mais e de dez sem a eleição prevista em lei, pela Prefeitura de Coari, levou o Ministério Público Estadual (MPE) a pedir a intervenção estadual no Município. O princípio do pedido é a necessidade de restabelecimento de princípio legal.

Igson Monteiro da Silva (na foto ligando o botão do Luz para Todos, em comunidade rural de Coari) está interino no cargo, mas será atingido pela intervenção. Foto: http://coariemdestaque.blogspot.com.br
A intervenção, assinada pelo Procurador Geral de Justiça do Amazonas, Francisco Cruz, atinge a administração que é tocada, em exercício, pelo vice-prefeito Igson Monteiro da Silva. Ele é padre redentorista e está no cargo devido à prisão, em Manaus, do titular, Adail Pinheiro, acusado em diversos casos de pedofilia.
O pedido deverá ser apreciado pelo desembargador Rafael Romano, que se tornou prevento no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) para questões relacionadas a Coari. A defesa de Adail Pinheiro tenta tirá-lo do julgamento de processos relacionados ao prefeito afastado.
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