O preço do litro da gasolina pode variar 7,21% entre postos de uma mesma zona da capital amazonense. Enquanto o consumidor paga R$ 2,83 na bomba em um estabelecimento do bairro Lírio do Vale, Zona Oeste de Manaus, em outro localizado no Nova Esperança, o custo é de R$ 3,05.
Os dois postos de gasolina, além de situados na mesma zona da cidade, são da bandeira IPP. Eles representam o menor e o maior valor cobrado pelo combustível, no período 13 a 19 de outubro, segundo pesquisa divulgada ontem da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O preço médio ficou em R$ 2,98 na semana passada.
A ANP realiza o levantamento de preços de combustíveis em postos de sete municípios amazonenses. A capital do Estado tem a gasolina mais barata, se considerado o valor médio (R$ 2,98). Já Tefé cobra na bomba o valor mais elevado pelo combustível, com R$ 3,54, o litro. Nas outras localidades pesquisadas, o consumidor paga R$ 3,19 em Humaitá, R$ 3,22 em Itacoatiara, R$ 2,91 em Manacapuru, R$ 3,09 em Parintins e R$ ,19 em Presidente Figueiredo.
Enquanto o aumento no valor da gasolina não passa de rumores pelo governo federal, na capital amazonense, o combustível ainda é mais vantajoso para o bolso do consumidor, em relação ao álcool. Na semana passada, o preço médio do álcool ficou em R$ 2,42.
Segundo economistas, abastecer o carro com etanol é vantajoso quando o álcool custa menos do que 70% do preço da gasolina. Na ponta do lápis, a conta é simples: basta dividir o valor do litro do álcool pelo da gasolina. Se o resultado for inferior a 0,7, abasteça com o álcool. Caso maior, a escolha deve ser pela gasolina. Em Manaus, essa conta resulta em 0,81.
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