O que antes era apenas conto de fadas, com finais felizes de príncipes e princesas, agora é o mundo corporativo aderindo a arte milenar de contar histórias, a nova “Storytelling”.
Se as histórias sempre exerceram um efeito sedutor e estimulante nas crianças parecem produzir o mesmo efeito nas organizações, onde o modelo tem sido usado para estimular, incentivar líderes, equipes e colaboradores a alcançar suas metas e ocupar novos mercados. Talvez o mais complicado seja o alinhamento da fantasia e realidade, do sonho e do resultado.
Qual o efeito que deve ser produzido para que possamos, através da arte de contar histórias, garantir os resultados dos negócios? Claro que não estamos falando de histórias da carochinha, e se os Irmãos Grimm vivo fossem iriam com certeza reivindicar seus direitos autorais e nossos antepassados iriam abocanhar o que lhes seria de direito, por terem ao longos dos séculos difundidos tão agradável técnica ou arte, a de contar histórias para seus filhos e netos. E, claro também, não estamos falando de histórias de pescador e nem das histórias para boi dormir.
Os costumes familiares impulsionando o mundo dos negócios através de embasamento de conceito de “não basta ler, tem que contar”, tem que mostrar e demonstrar. É preciso prender a atenção, dominar o entendimento e garantir o aprendizado. Aquilo que foi contado precisa ser internalizado para depois ser externalizado nas ações.
A arte de contar histórias torna-se assim um grande recurso das organizações, uma ferramenta que os especialistas usam para assegurar o cumprimento de seus planos estratégicos, suas metas e seus resultados.
A vida imita a arte e vice-versa… Storytelling é a onda do momento.
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Ozeneide Casanova Nogueira é advogada e assistente social, com MBA em Gestão de Pessoas (FGV-ISA...