Mais de 40 mil pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar, voltaram a ocupar as ruas de Manaus, nesta quarta-feira (26/06), com uma pauta extensa de reivindicações. Melhorias no transporte público, tarifa zero, saúde, educação, contra a PEC 37, pelo fim da corrupção, contra a contratação de médicos estrangeiros, fim do projeto ‘cura gay’ eram alguns temas defendidos no protesto.
Os manifestantes se concentraram em vários pontos da cidade. No final da tarde, o grupo que estava no Largo São Sebastião começou a caminhada em direção à Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). Eles desceram as avenidas Getúlio Vargas e Djalma Batista. O trânsito nessa área foi interrompido enquanto ocorria a manifestação. Os outros locais de concentração eram a Bola da Suframa, Parque dos Bilhares, Praça do Caranguejo, Praça da Matriz e em frente à Sefaz.
Em frente à Assembleia, os manifestantes colaram cartazes nas grades, gritaram palavras de ordem contra a corrupção e cantaram hino nacional.
O ato foi pacífico, sem registro de incidentes mais graves. Os princípios de tumultos, que ocorreram em frente à Aleam, foram controlados pela PM.
Aulas
Por conta da manifestação, várias escolas no Centro de Manaus suspenderam as aulas na tarde desta quarta-feira. O Centro Universitário do Norte (UniNorte) foi uma delas.
O comércio no Centro também encerrou as atividades por volta das 14h e o Amazonas Shopping, na avenida Djalma Batista, fechou as portas no final da tarde.
O trânsito na cidade foi alterado nos locais por onde passaria a manifestação. A avenida Djalma Batista, uma das principais da cidade, foi interditada nas duas vias.
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