13/SET 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Receita Federal apreende R$ 700 mil em mercadorias pirateadas no Centro de Manaus

Publicado em 18 de dezembro, 2012

Tablets, GPS, videogames, jogos para videogames, celulares, máquinas fotográficas digitais e outras mercadorias semelhantes, num total de 110 volumes, foram apreendidos na segunda-feira (17/12) por 19 fiscais da Receita Federal e oito policiais militares, no Centro de Manaus. O trabalho foi executado pelo Núcleo de Repressão da Receita Federal (Nurep), Alfandega do Porto de Manaus (Sevig) e a PM. O alvo foram 20 lojas, localizadas numa galeria do Centro, suspeitas de contrabando e descaminho. Foi a operação “Belém II”, continuidade da “Belém I” que ocorreu no aeroporto Eduardo Gomes.

Produtos muito procurados neste Natal, como os smart fones, são os preferidos dos piratas

Produtos muito procurados neste Natal, como os smart fones, são os preferidos dos piratas. Fotos: Divulgação/ Receita Federal

A vistoria nas lojas durou das 9h30 às 13h. A Receita Federal emitiu Autos de Infração dando perdimento às mercadorias. Fica aberto prazo ao contribuinte, de acordo com a Lei, para recurso de defesa. Os servidores, acompanhados pelo responsável da loja, avaliam e retêm as mercadorias importadas suspeitas de irregularidade, intimando o interessado a apresentar posteriormente a documentação regular da mercadoria para que, neste caso, seja efetuada a devolução.

As mercadorias apreendidas foram encaminhadas para o depósito da Receita Federal em Manaus e posteriormente poderão ser leiloadas, doadas a órgãos públicos ou destruídas, dependendo do tipo. Os lojistas que mantêm em circulação mercadorias falsificadas de marcas famosas ou produtos de importação proibida pelo governo brasileiro, como anabolizantes (“bombas”), herbicidas e outros, responderão penalmente pelo crime de contrabando.

O Inspetor da Alfândega do Porto de Manaus, Osmar Felix, alerta para os problemas causados por produtos piratas e contrabandeados: “Esses produtos prejudicam a nossa economia não pagando tributos, promovendo a concorrência desleal e favorecendo os empregos informais. A comercialização deles é crime e a fiscalização estará sempre combatendo essa prática ilegal”. Seis dos 19 servidores da Receita Federal que participaram da operação vieram de outros Estados, como apoio.

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