O trecho da avenida Eduardo Ribeiro, próximo ao histórico Relógio Municipal, entre Sete de Setembro e Marquês de Santa Cruz, foi interditada, na manhã desta segunda-feira, por causa da enchente. O Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans) montou barreiras para impedir o acesso de carros e permitir somente a passagem de pedestres.
Somente caminhões de carga e taxistas terão acesso ao trecho interditado, mas estão impedidos de seguir em direção ao Relógio. Para chegar à rua Marques de Santa Cruz ou próximo ao trecho fechado da avenida Eduardo Ribeiro, o motorista deve acessar a rua Luiz Antony , Sete de Setembro e Terminal da Praça da Matriz.
O Manaustrans elaborou um Plano Emergencial diante da cheia. Áreas identificadas como predispostas a alagamento estão sendo monitoradas diariamente por agentes de trânsito preparados para promover a interrupção do tráfego.
Além da Eduardo Ribeiro, o Manaustrans interditou a alça inferior da Ponte dos Bilhares, na avenida Constantino Nery, à altura do Millennium Shopping. O retorno no sentido centro/bairro deve ser feito na mesma avenida, um quilômetro após a ponte, no semáforo em frente à panificadora Núbia. O canteiro central desse trecho da avenida será reaberto, excepcionalmente, pelo Manaustrans enquanto o retorno embaixo da ponte estiver fechado. No sentido bairro/centro, a opção para retornar deve ser pela avenida São Jorge, rua Artur Bernardes e avenida Constantino Nery.
O trecho da rua Barão de São Domingos, entre as ruas Pedro Botelho e Tabelião Lessa, também foi fechado. Os veículos estão sendo desviados para a avenida Lourenço da Silva Braga. Desde o dia 30 de abril, o trecho da rua dos Barés, esquina com a Joaquim Nabuco, está interditado por causa da enchente. Para desviar das águas, o motorista deve seguir pela Joaquim Nabuco.
A partir desta segunda-feira a pista da direita da avenida Lourenço da Silva Braga (Manaus Moderna), no sentido Porto/Educandos, entre as ruas Pedro Botelho e dos Barés, foi interditada para a construção da feira provisória que vai abrigar os permissionários da Manaus Moderna. A feira vai receber os comerciantes que tiveram os boxes alagados com a subida das águas do rio Negro.
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