O procurador-geral de Justiça do Amazonas, Francisco Cruz, denunciou o defensor-geral do Estado, Tibiriça Valério de Holanda, por corrupção passiva, quebra de sigilo funcional e tráfico de influência. Ele pediu que o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) determine, liminarmente, o afastamento de Tibiriça do cargo, decisão que pode ser tomada pela desembargadora Carla Maria dos Santos Reis, nomeada relatora do processo.
Com Tibiriça pai estão também processados Tibiriçá Holanda Filho, o dono do Instituto Cidades, Leonardo Carlos Chaves, e os colegas de estudo do filho do defensor, Américo Gorayab Neto, Luiz Domingos Zahluth Lins e Newton Sampaio de Melo, este irmão do sub-procurador geral Wilson Melo.
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