O 17º Grito dos Excluídos, que acontece no dia 7 de setembro, Dia da Independência do Brasil, fará uma fusão entre a luta pela preservação do planeta e dos direitos individuais, com o lema “Pela vida grita a terra… Por direitos todos nós!”. Amanhã, dia 1º, às 10h, o arcebispo Metropolitano de Manaus, Dom Luís Soares Vieira, participará de entrevista coletiva para explicar o ato, no Centro de Treinamento da Arquidiocese de Manaus (Cefam), na avenida Joaquim Nabuco.
O 17º Grito dos Excluídos e Excluídasé organizado pelas pastorais sociais da Arquidiocese de Manaus, Cáritas Arquidiocesana, paróquias, áreas missionárias, escolas, fórum e movimento fé e política. O apoio vem do Comitê Popular da Copa 2014, CPT, CIMI, Fórum Permanente das Mulheres de Manaus (Fopaam), Fórum pela Ética e Políticas Públicas, MCVE, Mococi, Movimento Nacional de Luta pela Moradia, Rádio Comunitária Voz das Comunidades e Recid.
“O Grito dos Excluídos e Excluídas é uma manifestação popular para denunciar todas as situações de exclusão e assinalar possíveis saídas e alternativas. Antes de todos os conceitos, o grito, é uma dor do povo brasileiro, dor que se transforma em protesto. O grito é dos empobrecidos excluídos e excluídas, trabalhadores e trabalhadoras, dos sem vez, sem voz, dos pequenos e pequenas, dos marginalizados e marginalizadas de nossa cidade e de todo o povo brasileiro”, diz nota da Arquidiocese.
“O grito é uma instância articuladora e animadora das pastorais sociais, dos movimentos populares, dos sem movimentos, das associações, das religiões, dos sem religiões. Enfim, o grito é de todos e todas e um sinal de esperança para todos e todas que estão à margem da sociedade”, acrescenta.
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