Os políticos estão acusando o golpe. Exceto por algumas campanhas, raríssimas, que estão montadas na grana e tem material espalhado por todo lugar, com fartura, a maioria amarga dificuldade de financiamento.
O primeiro reflexo está sendo nos profissionais da imprensa. Colegas afirmam que negociaram melhor há quatro anos, na campanha de 2006. Agora, todo mundo está querendo pagar menos.
Na disputa pelo Governo do Estado, por exemplo, tudo indica que houve descolamento de uma candidatura da outra. À medida que a distância vai sendo consolidada, o ocupante da dianteira fecha a mão. Quem está atrás, por outro lado, também não abre de jeito nenhum, mesmo sabendo que isso frustra a expectativa criada antes do início da disputa.
Um parece estar dizendo “já ganhei e não preciso gastar mais” e o outro “já perdi e não vou jogar dinheiro fora”.
Está todo mundo desconfiado com as dívidas grandes. Elas são tombo quase certo.
Quem gastou os tubos esperando uma campanha milionária, especialmente gráficas e produtoras de áudio e vídeo, tem que correr atrás com vontade ou então vai amargar um grande prejuízo.
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