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Três policiais militares e dois homens civis foram presos em flagrante na madrugada de terça-feira (25), durante uma ação no Rio Negro, nas proximidades da comunidade de Paricatuba, no município de Iranduba, na Região Metropolitana de Manaus. O grupo é suspeito de tentar interceptar uma embarcação que transportava drogas provenientes da região de fronteira com destino à capital amazonense.
De acordo com informações repassadas pelo Comando de Operações Especiais (COE), os militares foram identificados como o sargento David Lennon Pop dos Santos, o cabo Glaucio Wagner Pessoa Mota e o soldado Cláudio Roberto de Miranda Andrade. Os dois civis detidos não tiveram as identidades divulgadas pelas autoridades.
Segundo o comandante do COE, major Lemos, a equipe recebeu informações de que embarcações estariam transportando armamento e uma grande quantidade de entorpecentes pela região do Rio Negro. Durante o deslocamento para averiguação, os policiais foram informados de que uma lancha com suspeitos também estaria se dirigindo ao local com o objetivo de interceptar o carregamento de drogas.
Por volta das 2h, os agentes localizaram a lancha utilizada pelo grupo. Ao perceberem a aproximação da equipe policial, os ocupantes iniciaram fuga em alta velocidade, sendo necessário o acompanhamento tático com sinais sonoros e luminosos até que a embarcação fosse interceptada.
Durante a abordagem, foram encontrados cinco ocupantes, entre eles os três policiais militares e dois civis. Na embarcação, os agentes apreenderam quatro pistolas, um fuzil calibre 5.56 e diversas munições.
Enquanto parte da equipe realizava o flagrante dos suspeitos, outra guarnição permaneceu na área e localizou aproximadamente uma tonelada de maconha e cocaína abandonada às margens do rio.
Os cinco detidos, juntamente com o armamento e a droga apreendida, foram encaminhados ao Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), onde foram apresentados para os procedimentos cabíveis. Eles devem responder por crimes como associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo. O caso segue sob investigação da Polícia Civil do Amazonas.