O Governo Federal ignorou todas as reivindicações dos técnicos das universidades federais, entre eles os da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), e os obrigou a abandonarem, hoje, a greve que durava 112 dias. Todos retornam ao trabalho segunda-feira.
Às 11h45, um pequeno grupo de técnicos, reunido no hall do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL), seguiu a proposta de Carlos Augusto de Almeida, coordenador do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Superior do Amazonas (Sintesam) e levantou as mãos pelo fim do movimento.
Carlos Augusto disse que a mais dura derrota imposto pelo Governo Dilma à categoria foi a aprovação, na Câmara Federal, do PL 1749/2011, que cria a Empresa Brasileira de Saúde (Ebeserh), que, para eles, representa a privatização dos hospitais universitários.