
Foto: Divulgação
Um grupo de visitantes, incluindo turistas que estavam conhecendo a capital amazonense, foi feito refém durante um assalto registrado na noite de domingo (18) dentro das dependências do Museu da Amazônia (Musa), localizado na avenida Margarita, no bairro Cidade de Deus, zona norte de Manaus. O caso ocorreu durante o horário de visitação e gerou apreensão entre as vítimas.
De acordo com as informações iniciais, o grupo participava de um passeio guiado que incluía a visita à torre de observação do museu, local bastante procurado por oferecer vista panorâmica da floresta e a possibilidade de acompanhar o pôr do sol. Após o encerramento da atividade e durante o retorno da torre, os visitantes foram surpreendidos por criminosos armados.
Segundo os relatos, os suspeitos abordaram as vítimas ainda dentro da área do museu e, sob ameaças, conduziram o grupo até os banheiros masculinos e femininos do local. Nos sanitários, os criminosos utilizaram lacres plásticos para imobilizar os braços dos visitantes, restringindo qualquer possibilidade de reação ou pedido imediato de ajuda.
Os assaltantes recolheram pertences pessoais das vítimas, incluindo aparelhos celulares, dinheiro em espécie, documentos e cartões de crédito. Depois, os criminosos ameaçaram o grupo e ordenaram que as vítimas contassem até um número determinado antes de deixarem os banheiros, tempo que teria sido usado para a fuga dos suspeitos do local.
Após conseguirem se soltar, os visitantes acionaram os responsáveis pelo museu, que comunicaram imediatamente o ocorrido às autoridades de segurança pública. Não há informações oficiais sobre feridos durante o assalto, e também não foi divulgado o número exato de pessoas feitas reféns na ação criminosa.
Por meio de nota, o Museu da Amazônia informou que os órgãos de segurança pública foram acionados assim que a ocorrência foi registrada e que o caso segue sob investigação. A instituição não detalhou se houve prisões ou identificação dos suspeitos até o momento.
O Musa também destacou que o espaço conta com uma equipe de vigilância atuando 24 horas por dia, todos os dias da semana, além de monitoramento constante das áreas durante o período de visitação. O museu ressaltou que colabora com as autoridades para o esclarecimento dos fatos.
O caso deverá ser investigado pelas forças de segurança, que irão apurar as circunstâncias do assalto, a dinâmica da ação criminosa e possíveis falhas de segurança no momento do ocorrido. Até o momento, não há informações sobre a recuperação dos bens levados.