
Foto: Ricardo Machado
O vice-governador do Amazonas utilizou as redes sociais, neste sábado (10/01), para relembrar suas origens no interior do estado e refletir sobre como a infância vivida às margens do rio Solimões e, posteriormente, nos igarapés da zona sul de Manaus influenciou sua trajetória pessoal e pública. A publicação abre uma série de quatro relatos previstos para o mês de janeiro.
Na mensagem, ele recorda a infância em Manacapuru, a cerca de 68 quilômetros da capital, e a mudança da família para Manaus em busca de melhores condições de vida, experiência semelhante à de milhares de famílias do interior amazonense. Segundo o vice-governador, o processo de adaptação à capital foi marcado por dificuldades materiais, mas também pela construção de valores que permanecem presentes em sua atuação.
“O meu começo não foi em gabinetes, nem em discursos. Foi, primeiro, na beira do rio, em Manacapuru. Depois, na beira dos igarapés da zona sul periférica de Manaus dos anos 1980, em um pedaço da capital onde as conquistas eram escassas, mas os sonhos eram enormes. Nada vinha fácil, mas tudo tinha sentido”, afirmou.
Ao tratar do papel que exerce atualmente, o vice-governador destacou que sua atuação no poder público busca retribuir as oportunidades que teve, com foco na prestação de serviços públicos que atendam às necessidades reais da população. Segundo ele, a lembrança das origens não tem caráter de autopromoção, mas de reafirmação de princípios.
“Não trago essa lembrança para despertar pena ou criar um enredo de superação artificial. Trago porque é dali que nasceu tudo: a minha forma de ver a vida, a minha sensibilidade para com o outro, a crença de que o serviço público precisa ser digno de quem depende dele”, declarou.
Nas publicações recentes, o vice-governador também tem utilizado as redes sociais como espaço para ouvir demandas da sociedade. Em mensagem divulgada no início do ano, defendeu que as decisões públicas estejam conectadas ao cotidiano da população e à realidade vivida nos municípios do Amazonas.
“Quando a gente pisa com respeito, o caminho responde. Quando a gente caminha junto, a transformação acontece. Que neste novo ano a gente siga assim: pé no chão, olho no olho, ouvindo as vozes do Amazonas”, escreveu.
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