07/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Nova decisão: Itália mantém Zambelli presa por ‘grau máximo’ de risco de fuga

Publicado em 28 de agosto, 2025

Nova decisão: Itália mantém Zambelli presa por ‘grau máximo’ de risco de fuga

A deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP) seguirá presa enquanto aguarda o processo de extradição ao Brasil. A Justiça da Itália decidiu, nesta quinta-feira (28/8), manter a prisão da parlamentar brasileira por entender que há “grau máximo” de risco de fuga. A defesa de Zambelli alegava questões de saúde e pedia que ela aguardasse a decisão sobre a extradição em liberdade.

Zambelli passou por uma audiência em Roma na quarta-feira (27/8). Ela foi condenada a 10 anos de prisão em regime fechado e à perda de mandato por invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Preventiva

Em 4 de junho, um dia após a deputada anunciar que tinha deixado o país, o ministro Alexandre de Moraes determinou a prisão preventiva de Zambelli e mandou inserir o nome dela na lista da difusão vermelha da Interpol. Mesmo com a cidadania italiana, ela foi considerada foragida. Zambelli foi presa em 29 de julho na Itália e está detida na penitenciária de Rebibbia, em Roma.

Além disso, Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a cinco anos e três meses de cadeia pelo crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma. A decisão foi proferida na sexta-feira (22/8), por nove votos favoráveis à condenação e dois contrários.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados quer ouvir, por videoconferência, a deputada licenciada Carla Zambelli. A perda de mandato é analisada antes pela CCJ, que dá a parlamentar o direito a ampla defesa.

Entenda a situação de Zambelli

Em 4 de junho, um dia após a deputada anunciar que tinha deixado o país, o ministro Alexandre de Moraes determinou a prisão preventiva de Zambelli. Ela foi presa em 29 de julho na Itália e está detida na penitenciária de Rebibbia, em Roma.

Ela foi condenada a 10 anos de prisão em regime fechado e à perda de mandato por invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Ela também foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal a cinco anos e três meses de cadeia pelo crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma.

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