
Alesson Pessoa Mota e Francisco de Almeida, foragidos. (Foto: Reprodução)
A família da técnica de enfermagem Viviane Costa de Castro, assassinada a tiros em 2013, intensifica o apelo público por informações que levem à captura de Alesson Pessoa Mota e Francisco de Almeida. Os dois foram condenados na última quarta-feira (9) a mais de 30 anos de prisão cada, mas continuam foragidos mesmo após mais de uma década do crime.
Alesson, ex-noivo da vítima e pai de uma de suas filhas, foi sentenciado a 37 anos, três meses e 15 dias de prisão. Já Francisco, apontado como cúmplice no assassinato, recebeu pena de 33 anos, nove meses e 19 dias. Ambos responderam por homicídio qualificado tentado e consumado.
Conforme as investigações, Alesson já havia atentado contra a vida de Viviane um ano antes do crime, motivado por ciúmes e pela não aceitação do fim do relacionamento. No segundo ataque, que culminou na morte da técnica de enfermagem, a vítima foi surpreendida quando saía para o trabalho, na Avenida Timbira, bairro Cidade Nova, zona Norte de Manaus.
A família reforça que, embora o julgamento tenha trazido um sentimento parcial de justiça, a impunidade ainda persiste enquanto os condenados estiverem nas ruas. O clamor é por ajuda da população para localizar os foragidos e garantir que cumpram as penas impostas.
“Viviane foi brutalmente assassinada. Alesson e Francisco destruíram nossa família e, mesmo condenados, ainda estão livres. Precisamos do apoio da sociedade para que essa dor não siga impune”, diz uma parente da vítima.
Informações que ajudem a localizar os criminosos podem ser repassadas anonimamente pelos telefones:
(92) 98118-9535 – Disque-denúncia da DEHS
181 – Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM)
As autoridades reforçam que não é necessário se identificar. O sigilo é garantido.
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