06/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Caravana Azulada desembarca na Ilha e impulsiona Caprichoso em busca do tetracampeonato

Publicado em 21 de junho, 2025

Caravana Azulada desembarca na Ilha e impulsiona Caprichoso em busca do tetracampeonato

Emoção e energia definiram a chegada da Caravana Azulada à Ilha Tupinambarana (a 369 quilômetros de Manaus) neste sábado (21/06). A embarcação atracou no Porto de Parintins com cerca de 700 pessoas, entre torcedores, músicos e integrantes dos grupos artísticos ligados ao Boi Caprichoso.

Organizada pelo Movimento Marujada, a caravana caprichosa deixou Manaus rumo a Parintins na noite de sexta-feira (20/06), reunindo uma torcida animada para acompanhar os grandes momentos do boi na ilha.

Ao chegar, os torcedores foram recepcionados ao som das toadas e pela energia da galera azulada na Ilha, já em contagem regressiva para as três noites de apresentação no Festival.

Energia

“Essa energia vem das pessoas que chegam de Manaus agora, que nos abraçam em Manaus. Eles trabalham tanto na temporada bovina, aquecendo o apaixonado que mora em Manaus pela nossa cultura. E hoje nós estamos aqui para recepcioná-los, abraçá-los. E também eles trazem junto da caravana uma grande parte do elenco que vai estar na arena. O Caprichoso hoje está aqui para abraçar os amigos que são apaixonados pelo Boi Bumbá”, afirmou o presidente do Boi Caprichoso, Rossy Amoedo.

O navio desembarcou às 11h, e para Elisângela Santos torcedora do movimento Raça Azul, torcida oficial do Boi Azul, a animação da galera é o que vai movimentar o festival. “Vou voltar para Manaus com o tetra, vou fazer a festa da vitória, garantir a força total do nosso Caprichoso, junto com a família Raça Azul, estamos chegando agora. Uma viagem super tranquila, divertida”, contou Elisângela Santos.

Torcida

Servidora pública e torcedora do Boi da Retomada há 25 anos, Vladilce Fragata percorre o trajeto de Manaus para a ilha desde os 12 anos de idade. E, mesmo todos os anos abraçando a torcida, para ela, a emoção nunca é igual.

“Todo ano a emoção é diferente, não tem quem diga que todo ano é a mesma coisa, não é, é uma emoção inexplicável, da saída à chegada em Parintins. Inclusive ainda mais com a gente esperando o nosso tetra, porque o tetra é realidade”, declarou Vladilce Fragata.

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