
Representantes do Caprichoso se reuniram com membros do MPE-AM para discutir o regulamento e escolha de jurados do festival. Foto: Divulgação
A Associação Cultural Boi-Bumbá Caprichoso se reuniu, na manhã desta quinta-feira (03/03), com a diretoria do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE-AM) para discutir questões técnicas relacionadas ao regulamento do Festival Folclórico de Parintins, escolha de jurados e arena. A ideia é buscar meios para evitar fraudes.
O encontro, que durou mais de duas horas, foi presidido pelo procurador geral do MPE, Fábio Monteiro, acompanhado do procurador de justiça, Carlos Coelho, promotores Vicente Cruz Filho, Leda Mara Albuquerque e André Seffair. O Caprichoso foi representado pelo presidente Joilto Azêdo, coordenador do Conselho Musical, Mauro Antony, procurador do boi em Manaus, Dodozinho Carvalho, membro da diretoria executiva, Alessandro Hayden, e os advogados do conselho fiscal, Márcio Azêdo e Rodrigo Carvalho.
A iniciativa de conversar com o Ministério Público é do presidente do Caprichoso, Joilto Azêdo, com base na experiência de juízes e promotores na coordenação da festa na década de 1990.
Para o dirigente do boi-bumbá, não se pode pensar na disputa em arena, sem antes buscar mecanismos para dinamizar o festival.
Todas as informações da reunião entre membros da diretoria da Associação Cultural Boi-Bumbá Caprichoso e da Procuradoria Geral do MPE serão repassadas à Secretaria de Estado de Cultura (SEC), coordenadora executiva do Festival Folclórico de Parintins designada pelo Governo do Amazonas.
“Estamos concentrados no planejamento e na preparação do projeto boi de arena 2016, Viva Parintins. Construímos um caminho para o Boi Caprichoso conquistar o título de bicampeão do festival”, assegurou Joilto Azêdo.
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