
Fotos: Reprodução
O velório do sambista Paulo Onça reuniu familiares, amigos e admiradores na quadra da escola de samba Vitória-Régia, no bairro Praça 14 de Janeiro, zona Sul de Manaus. E uma roda de samba foi preparada para a despedida do artista.
Em 1990, Paulo Onça foi destaque na escola de samba Vitória Régia com o samba “Nem Verde e Nem Rosa”, que consagrou a agremiação campeã. A roda de samba durante o velório do sambista, nesta terça-feira (27/5), teve início por volta de 13h. Composições de Paulo Onça e de outros artistas formaram o repertório.
Paulo Onça morreu nesta segunda-feira (26/5), em Manaus. Ele tinha 63 anos e estava internado há mais de cinco meses, após ter sido vítima de agressão. No dia 5 de dezembro do ano passado, o carro dirigido pelo sambista avançou um sinal vermelho na rua Major Gabriel, zona Sul de Manaus, e colidiu contra o veículo do comerciante Adeilson Duque Fonseca. Logo após o impacto, o comerciante desceu do carro e começou a agredir Paulo Onça na região da cabeça até deixá-lo desacordado.
Adeilson fugiu do local sem prestar socorro ao músico. Paulo Onça foi internado em um hospital, passou por cirurgia e permaneceu internado. Dois dias depois da agressão e de ter a prisão preventiva decretada, Adeilson Duque Fonseca se entregou no 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP). Ele foi considerado foragido por tentativa de homicídio contra o sambista.