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A contratação da entidade Missão Evangélica Caiuá pelo governo de Jair Bolsonaro (PL) para cuidar da saúde de indígenas em território yanomami, em Roraima, está sendo questionada por uma auditoria do Ministério da Saúde. O relatório aponta que a entidade totaliza mais de R$ 3 bilhões em convênios que ainda não tiveram o processo de prestação de contas concluído.
A auditoria é analisada pelo Ministério Público Federal (MPF) e identificou várias irregularidades em um contrato firmado junto à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) e o Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Yanomami, no segundo semestre de 2019. O valor do contrato chega a R$ 182,2 milhões.
De acordo com a Folha de S. Paulo, o Ministério da Saúde informa que não renovará o convênio, que se encerra neste ano. A pasta diz ainda que abriu um novo edital para diversos Dseis.
No Portal da Transparência, a Missão Evangélica Caiuá é identificada como uma entidade privada sem fins lucrativos e possui convênios com o governo federal desde 1999.
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