
Projeto incentiva a leitura presencial na biblioteca municipal João Bosco Pantoja Evangelista, no Centro Histórico de Manaus.
Foto: Arquivo/Semcom
Com o objetivo de valorizar os escritores locais e, também, incentivar à leitura de forma presencial na biblioteca pública municipal João Bosco Pantoja Evangelista, Centro, a Prefeitura de Manaus, por meio da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), iniciou, nesta terça-feira, 18/1, em suas mídias sociais, o projeto “Leitura Que Dá gosto”.
A série “Leitura Que Dá Gosto” surgiu da necessidade de reforçar a divulgação dos clássicos da literatura escritos por artistas locais e, ainda, com base no planejamento feito pela Diretoria de Políticas Culturais para fortalecer a educação patrimonial na cidade.
O diretor-presidente da Manauscult, Alonso Oliveira explica que o fortalecimento do patrimônio cultural de Manaus, bem como os atrativos, serviços e equipamentos turísticos impactam diretamente não apenas na indústria cultural da cidade, mas, também, na melhoria do atendimento ao turista que é outra frente em que a Manauscult vem atuando.
“Em agosto de 2022, em parceria com a Espi (Escola de Serviço Público e Inclusão Socioeducacional), formamos a primeira turma do curso ‘Centro Histórico de Manaus’. Desde então estamos atuando, de forma coordenada, em ações que resgatem o sentimento de pertencimento na população, mas, sobretudo, que eleve nosso conhecimento em relação aos espaços históricos culturais, para que dessa forma eles sigam preservados e, também, consolidem-se como atrativo turístico, igualmente ao trabalho de resgate que fizemos na praça Dom Pedro II”, destaca.
A série teve como primeira obra trabalhada “Manaus: História e Arquitetura”, do jornalista, professor, artista plástico e historiador, Otoni Mesquita. Seu livro é fruto da pesquisa de mestrado em História da Arte pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
“A obra apresenta a capital amazonense no período da Belle Époque entre 1852 e 1910, e sua arquitetura eclética”, informa Otoni.
O exemplar do livro pode ser conferido na biblioteca municipal João Bosco Pantoja Evangelista que possui aproximadamente 4 mil títulos no seu acervo, divididos em áreas temáticas: amazônicas, didáticos, acadêmicos, lúdicos, pedagógicos, além de materiais de inclusão em Braille e audiolivros. O espaço fica aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.