
A Seagi prepara ações conjuntas visando o planejamento tático, com objetivo de prevenir as queimadas no período de estiagem no extremo sul do Amazonas. Foto: Divulgação/Carol Andrade/SSP-AM
Os órgãos que integram a Operação Tamoiotatá 2, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), reuniram-se na manhã desta quarta-feira (11/5). O objetivo do encontro foi discutir ações de planejamento tático para as queimadas, a serem intensificadas no segundo semestre de 2022.
De acordo com o coordenador da Secretaria Executiva Adjunta de Planejamento e Gestão Integrada (Seagi), coronel José Neto, a reunião promoveu o fortalecimento da fiscalização com o apoio de órgãos federais.
“Nós esperamos com essa integração entre órgãos estaduais e federais, trazer mais forças para aumentar o efetivo, e assim ter resultados expressivos na Operação Tamoiotatá 2, que é combater os crimes ambientais realizados no nosso Estado”, disse.
A Seagi prepara ações conjuntas visando o planejamento tático, com o objetivo de prevenir as queimadas no período de estiagem na região do extremo sul do Amazonas, onde há maiores índices de desmatamento, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Atualmente, os agentes da operação estão atuando nos municípios de Humaitá (a 590 quilômetros de Manaus) e Apuí (a 453 quilômetros da capital).
Na primeira fase da operação Tamoiotatá em 2021, mais de R$ 31 milhões em multas e autos de infração por crimes ambientais foram aplicados aos infratores, além do embargo de uma área de 5.715 hectares desmatada de forma irregular. Nesta segunda fase, a SSP-AM, por determinação do secretário de Segurança Pública, general Carlos Alberto Mansur, o efetivo para 2022 foi dobrado.
Participaram desta reunião representantes da SSP-AM, por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GG-I), o Corpo de Bombeiros do Amazonas (CBMAM), a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) e o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).
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