Prezado Marcos Santos!
Tenho escutado augumas reportagem relativas ao trânsito de Manaus e, por último, uma certa campanha da travessia de pedestre, com a sinalização do movimento da mão. O coronel Walter Cruz coloca essa prática como um grande avanço da educação no trânsito e como
modernidade de comportamento, citando Miami e outras localidades, como exemplo de civilidade. No entanto, acredito ser importante, saber que essa pratica está ultrapassada para capitais e grandes centros.
Isso funciona bem em cidades pequenas, turísticas e de interior, a exemplo de Gramado e Canela (RS), Campos de Jordão (SP), Termas de Ibira (SP), onde a população nao passa de 100 mil habitantes e o ritmo é de estado de graça.
Em capitais ou qualquer outras cidades modernas e com população maiorzinha dos Estados de SP/RS/RJ, dentre outras, já, há muitos anos, utiliza-se semáforo inteligente com botoeira de contagem de número de pessoas para travessia. Assim, acredito que seria muito mais producente e eficiente se, ao invés de a secretaria de trânsito ficar se preocupando em mudar a educação das pessoas, simplesmente utilize métodos modernos para o trânsito dessa cidade.
Para início de solução, a necessidade primeira é ter um corpo técnico de engenheiros de trânsito, acostumada a tratar tráfego de grandes centros e que conheçam semáforos inteligentes, de reconhecimento fluxo por fotocélula ou radar e que o próprio sistema automatizadamente libere mais tempo para as vias de mais intensidade de tráfego.
Instalar semáforo inteligente nas rotatórias, como a do Coroado, tirar os pontos e paradas dos ônibus das proximidades de esquinas, tirar os medidores de velocidade que foram instalados em locais que só fazem atrapalhar o fluxo e provocar engarrafamentos, instalar sistema de parquímetro, para estacionamento em áreas críticas de espaço e vagas de estacionamento.
As campanhas devem ser dirigidas a orientar o motorista a não parar o carro no meio da rua, no caso de pequenos acidentes e que não tenha vítima, pois, já há muitos anos, em cidades modernas, a presença de policial da área técnica, que faz laudo, é somente no caso de acidente com vítima. Do contrário, cada motorista faz o seu B.O., em uma delegacia das proximidades.
Forte abraco,
Andre Lafolga Filho