Um dos motoristas da Global Transportes, Carlos Gilberto, disse agora que eles e os cobradores só voltam ao trabalho se o prefeito Arthur Virgílio, o superintendente regional do Trabalho, Dermilson Chagas, e algum representante do Ministério Público Federal forem até o local e garantirem o cumprimento dos seus direitos.
Revoltada com a falta de ônibus para ir ao trabalho, a população se revoltou e queimou e depredou ônibus. Ladrões se aproveitaram e levaram televisor e computadores de uma das portarias da empresa. Funcionários da Real Refrigeração disseram que a empresa também foi atingida pelo vandalismo.
“Os vândalos entraram, quebraram os ônibus e nós não queríamos isso. Não temos líderes. Todos nós somos capazes de responder cada um por si”, disse o motorista.