
Amanda Albach foi assassinada com dois tiros por, supostamente, fotografar um homem com histórico de tráfico de drogas e compartilhar a imagem. Foto: Reprodução
De acordo com investigação da Polícia Civil, o responsável pela morte da promotora de vendas Amanda Albach, 21, a obrigou a cavar a própria cova antes de matá-la, com dois tiros. Ela foi assassinada por, supostamente, fotografar um homem armado, com histórico de tráfico de drogas, na mesma casa onde estava com amigos. Amanda teria enviado as imagens a terceiros, e o homem, por temer ser denunciado, cometeu o crime.
Amanda foi encontrada morta na sexta-feira (3), na praia de Itapirubá, em Imbituba, Santa Catarina. Três pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no crime, em Canoas, Rio Grande do Sul, inclusive uma amiga da promotora.
O corpo foi descoberto pela polícia após a prisão dos suspeitos. Um deles indicou o local onde a jovem foi enterrada.
Amanda Albach morava em Fazenda do Rio Grande, Paraná, e foi passar o feriado de 15 de novembro com um casal de amigos em Imbituba. Lá, um homem que também mora com o casal na cidade litorânea se juntou ao grupo. No domingo (14), o grupo foi a uma balada na capital, onde a jovem foi vista pela última vez.