
Segundo a Ademi, há 38 projetos imobiliários, que devem gerar 35 mil empregos diretos, pendentes de licenciamento. Foto: Divulgação/Diego Peres/Secom
Em reunião com representantes da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário no Estado do Amazonas (Ademi) e da Caixa Econômica Federal, o governador Wilson Lima determinou, nesta sexta-feira (18/6), que o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) busque uma alternativa para atender, emergencialmente, a análise de projetos imobiliários que precisam de licenciamento ambiental no Amazonas.
De acordo com a Ademi, há 38 projetos imobiliários, que devem gerar 35 mil empregos diretos, pendentes de licenciamento. Com a redução do quadro de analistas ambientais municipais, na gestão anterior da Prefeitura de Manaus, houve um acúmulo de processos.
“Entendo a importância e a necessidade desse processo de licenciamento para o desenvolvimento e para a geração de emprego e renda. Por isso, estou determinando que o Ipaam busque uma alternativa para atender essa demanda acumulada”, disse o governador.
Essa não é a primeira vez que o Governo do Amazonas atua para dar agilidade aos processos. Por seis meses, a partir de dezembro de 2020, o Estado assumiu a responsabilidade pelo licenciamento, de forma provisória.
Por meio do projeto de licenças ambientais, Wilson Lima, na ocasião, autorizou que o quadro de servidores fosse reforçado com 34 técnicos e administrativos para atender à demanda do setor.
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