
Supermercados passam a funcionar até 22h, assim como shoppings; academias poderão abrir até 21h. Foto: Reprodução
O Comitê de Enfrentamento da Covid-19, do Governo do Amazonas, deliberou, nesta sexta-feira (15), sobre ajustes nas medidas de distanciamento social, mantendo o horário para restrição de circulação de pessoas no estado, das 00h às 6h. Entre as mudanças está o horário de funcionamento de supermercados, que passam a funcionar de 6h às 22h, respeitando a quantidade de pessoas dentro dos estabelecimentos. A recomendação é de que apenas uma pessoa por núcleo familiar vá fazer as compras.
O Amazonas está na fase laranja. O decreto passa a valer a partir de segunda-feira (19) e terá validade de 15 dias. Entre as alterações, as lojas de rua podem funcionar de 8h às 19h e os postos de combustível de 6h às 22h.
Os shoppings centers poderão operar de 10h às 22h, de segunda a sábado, e aos domingos, de 11h às 17h, seguindo os limites de ocupação dentro das lojas. A limitação é de ocupação máxima de até 70% para o estacionamento.
Academias e escolas de esportes passam a funcionar de segunda a sábado, de 6h às 21h, com ocupação de até 50%, com exceção de aulas coletivas. O Governo liberou a prática de esportes coletivos ao ar livre, sem público e sem plateia. O kart profissional pode funcionar, mas também sem a presença de público. Unidades de Conservação passam a poder receber visitantes, conforme decisão dos gestores, mas sem permitir contato com ribeirinhos e populações indígenas.
Embora os indicadores mostrem redução de casos, óbitos e internações, a FVS-AM alerta para a necessidade de manutenção das medidas de prevenção, principalmente o respeito às regras de distanciamento e uso de máscara e higienização das mãos.
Mesmo com o avanço da vacinação contra a Covid-19, é preciso manter os cuidados. Segundo o diretor da FVS-AM, Cristiano Fernandes, há países, como a Alemanha, que têm percentual de vacinação da população próximo ao registrado no Amazonas e, mesmo assim, começa a experimentar um novo crescimento de casos, indicando uma possibilidade de um terceiro pico da doença.