
Tribunal do Júri condena réu acusado de homicídio simples a 7 anos de prisão. Foto: Divulgação
O Conselho de Sentença da 3.ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus julgou e condenou a sete anos de prisão, em regime semiaberto, Ageu da Mota Nogueira, acusado da morte de Edward Alves Braule Pinto Filho. A sessão de julgamento popular foi realizada nesta quarta-feira, (04/11), no Plenário principal do Fórum Ministro Henoch Reis e se estendeu das 10h às 19h10, quando o juiz fez a leitura da sentença.
O julgamento foi presidido pelo juiz de direito titular da 3ª Vara do Tribunal do Júri, Adonaid Abrantes de Souza Tavares. Na acusação trabalhou o promotor de justiça do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE/AM), José Felipe da Cunha Fish. Os advogados Eguinaldo Gonçalves de Moura e Camila Alencar de Brito trabalharam na defesa do réu, na condição de defensores dativos (honorários pagos pelo Estado).
O promotor de justiça pediu um prazo de cinco dias para analisar a possibilidade de interpor um recurso em instância superior. Os advogados Aguinaldo Moura e Camila Alencar, que defenderam o réu em plenário deixaram a cargo da Defensoria Pública a possibilidade de recorrer da sentença, pois os mesmos foram nomeados defensores dativos somente para a defesa em plenário.
O crime ocorreu em 22 de junho de 2018, na Avenida Borba, bairro Cachoeirinha. Segundo os autos, Edward e Ageu iniciaram uma discussão, que logo depois se transformou em luta corporal. Após agressões físicas mútuas, Ageu teria sacado uma arma de fogo e efetuado disparos contra a vítima, que morreu no local.
O Conselho de Sentença da 3.ª Vara do Tribunal do Júri volta a se reunir no dia 10 de novembro, próxima terça-feira, para o julgamento relativo à Ação Penal n.º 0200225-21.2018, na qual Valdeniza Rodrigues da Silva é acusada de tentativa de homicídio contra Alexandre Leandro dos Santos.
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