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O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) informou que a empresa J.F de Oliveira Navegações Ltda., terá de pagar cestas básicas, água potável para 100 famílias e promover a recuperação imediata das áreas degradadas pelo óleo diesel que vazou após o naufrágio de uma embarcação no porto Ceasa, zona Sul de Manaus. Pelo menos três comunidades foram afetadas com o vazamento.
Em nota, a empresa ressaltou que está prestando todo o suporte às famílias afetadas pelo incidente. A empresa disse, também, que há cerca de 40 pessoas trabalhando no ocorrido e que está aguardando os laudos dos órgãos competentes com as informações oficiais e detalhadas da situação.
Conforme o Ipaam, a notificação é apenas para minimizar os prejuízos causados aos moradores, não suspende o embargo da área e não substitui multa pelo crime ambiental, que deverá ser aplicadas nos próximos dias.
O Ipaam afirmou que já está junto com o Ibama, analisando os impactos do vazamento para fechar um laudo técnico ambiental para que seja estipulada multa.

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O vazamento ocorreu no último dia 27 e o Ipaam determinou o embargo da área portuária da empresa.
Cerca de 1,8 mil litros de óleo tipo “Filoi” vazou da embarcação, que atingiu 10 quilômetros de mancha do produto no rio Negro e se espalhou pelos igarapés Mauá e Aleixo, no bairro Colônia Antônio Aleixo, zona Leste da capital.
Segundo o Ipaam, a medida também obriga a empresa de navegação a promover a recuperação de pintura e limpeza de embarcações e flutuantes atingidas pelo óleo.