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A Polícia Civil do Amazonas descartou o homicídio como sendo a causa da morte da auxiliar de serviços gerais, Erima Brito Tavares, de 26 anos. Ela era funcionária de um curso preparatório, localizado no Adrianópolis, local em que morreu ao cair do 4° andar do prédio, no fim da tarde do último sábado (1). Segundo a polícia, a vítima estava alcoolizada e no momento da queda estava se escondendo para não voltar ao trabalho.
De acordo com o delegado Henrique Brasil, titular do 12° Distrito Integrado de Polícia (DIP), ela e outros dois funcionários, sendo um homem e uma outra mulher, saíram do lugar e foram em um bar, nas proximidades do prédio, onde consumiram bebidas alcoólicas, quando voltaram, a vítima e o homem, com quem mantinha um relacionamento amoroso, foram para uma parte interditada do prédio, momento em que uma outra funcionária foi até o lugar procurando por eles. A vítima correu e tentou se esconder no fosso do elevador quando se desequilibrou e caiu.
O delegado explicou ainda que além dos policiais civis do 12° DIP, os delegados Ricardo Leite, Thomaz Vasconcelos, Deborah Nascimento e Eduardo Paixão, titulares, respectivamente, dos 21°, 22°, 23° e Delegacia Especializada em Crimes contra o Consumidor (Decon), que integram a força-tarefa para investigar homicídios determinada pela Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-AM), foram até o local do fato, porque inicialmente à suspeita era de um crime – um homicídio, entretanto, após oitivas com pessoas que estavam no lugar, essa hipótese foi descartada.
Ainda segundo o delegado, a perícia foi ao local fez a primeira análise e as lesões que estão no corpo eram decorrente de queda. Sem marcas de brigas ou qualquer outro tipo que possa sugerir outra situação. Portanto, conforme as oitivas e as imagens que a polícia teve acesso,foi presumido que houve uma fatalidade.
Henrique ressaltou ainda que peritos do Instituto de Criminalista (IC), também estiveram no local do fato. O titular do 12° DIP disse, ainda, que irá realizar oitiva com os proprietários do local e aguardar o resultado dos laudos periciais do IC.
Reportagem: Bruna Chagas