Quatro empresas/consórcios foram julgadas habilitadas para participar da Licitação Internacional nº CC 054/2012, que tem como objeto a construção da nova Usina Termelétrica a Gás Natural, que recebe o nome provisório de Mauá 3.
Foram habilitados, o Consórcio MPE/EBE – IBERDROLA (formado pelas empresas MPE – Montagens e Projetos Especiais S.A; EBE – Empresa Brasileira de Engenharia S.A; e Iberdrola Ingeniería y Construcción); Consórcio Isolux (formado pelas empresas Isolux de Mexico S.A e Isolux Ingeniería S.A); e as empresas Sumitomo Corporation e Construtora Andrade Gutierrez S.A.
O julgamento da fase de habilitação das empresas foi publicado pela Eletrobras Amazonas Energia, no último dia 27, no Diário Oficial da União (DOU).
A próxima fase da licitação será a abertura das propostas de preços das empresas e consórcios habilitados. A data está marcada para o dia 10 de maio, às 09h.
De acordo com a Eletrobras Amazonas Energia, o nome da empresa ou consórcio vencedor deverá ser divulgado durante o próximo mês de junho. A licitação acontece por concorrência internacional e a empresa vencedora do edital será contratada em regime de empreitada integral para fazer o projeto de execução de obras e serviços.
A obra está orçada em cerca de R$ 1 bilhão e a primeira fase tem previsão de entrar em operação até abril de 2014. A nova usina terá potência local instalada efetiva mínima de 350 MW e máxima de até 650 MW.
A empresa vencedora será aquela com menor preço e o critério de julgamento será o de menor custo total de geração (menor preço por MWh). O empreendimento será construído no terreno ao lado de onde funciona hoje a Usina Termelétrica Mauá (UTE Mauá), no bairro do Mauazinho, na Zona Leste de Manaus.
Menos poluição
Um dos principais benefícios a serem contemplados com a nova termelétrica a gás natural será a questão ambiental, já que o empreendimento contará com alta tecnologia que dispõe de potenciais poluidores sensivelmente menores.
A nova unidade geradora de energia elétrica da Eletrobras Amazonas Energia deverá substituir outras usinas termelétricas menos eficientes que hoje funcionam a óleo combustível. Para a empresa, essa medida irá consolidar uma nova fase para a matriz enérgica no Estado do Amazonas, em especial, para a capital Manaus.