Os dois caminhões tipo caçamba colocados pela Prefeitura de Manaus à disposição dos ocupantes da área localizada na Vivenda do Pontal, invasão José Alencar, foram solenemente ignorados por eles. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) acusou os líderes do movimento de usarem mulheres e crianças como escudos humanos contra o provável cumprimento da determinação da Justiça que ordena a saída deles da área.
Essa estratégia é usada desde a década de 1970, quando a religiosa irmã Helena e o ex-vereador Raimundo Socorro lideraram invasões que se transformaram na maioria dos bairros periféricos da cidade.
O chefe do setor de Fiscalização da Semmas, Wellington Auzier, que se encontrava no local, informou que os invasores montaram barricadas e passaram a gritar palavras de ordem para mostrar força. A equipe foi obrigada a deixar o local por volta das 13h. A Secretaria promete “o cumprimento firme da decisão judicial para o restabelecimento da lei e da ordem”.
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