A Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas (Adaf) foi homenageada pelo Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (IDAF). O ato ocorreu durante o Fórum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa), em Rio Branco, no Acre. O Fórum Nacional reuniu representantes de todas as agências do país durante os dias, 27 e 28, de julho.
O diretor-presidente da Adaf, Hamilton Casara, foi representado pelo gerente e médico veterinário Wagner Campagnaro, que atua no escritório da Adaf em Boca do Acre. De acordo com Casara, a homenagem simbolizou a parceria mútua de cooperação entre os dois Estados no serviço de defesa agropecuária, fiscalização e controle de animais e seus derivados e produtos de origem florestal que circulam nas regiões fronteiriças do Amazonas e do Acre.
“Essa cooperação entre as agências e os dois Estados nos oportuniza aumentar cada vez mais a cobertura vacinal dos animais daquela região, além do compartilhamento de recursos humanos, materiais e equipamentos”, comentou.
Relevância
Ainda segundo Casara, para o Estado, essa parceria firmada entre a Adaf e o Idaf no ano passado tem sido relevante para o Amazonas, principalmente nos municípios de Boca do Acre e Guajará, que fazem divisa com o Estado do Acre, pois possuem o reconhecimento de área livre de febre aftosa com vacinação da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), determinada pelo Mapa.
O sul de Lábrea e o sul de Canutama também são regiões de área livre de febre aftosa com vacinação. Amazonas e Amapá aguardam finalização de auditória do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
“Essa parceria faz com que os produtores/pecuaristas daquela região possam, além de melhorar as bases negociais dos seus produtos e subprodutos, terem o maior suporte tecnológico, voltado principalmente para a área genética e oportunidades que são importantes para os produtores dos dois Estados”, comentou.
O Fonesa
O Fórum Nacional tem como objetivo tratar de assuntos de defesa agropecuária das áreas vegetal e animal, no sentido de se harmonizar e universalizar informações relativas aos programas de sanidades agropecuárias executadas no Brasil, como também encaminhar propostas ao Mapa e órgãos estaduais de sanidade agropecuária para a melhoria da eficiência na execução dos programas nos estados.
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