05/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

“Amazonas precisa de gestão e de um governo eficiente”, diz Braga. Candidato visita arcebispo

Publicado em 18 de julho, 2017

Eduardo Braga encontrou com Marcelo Ramos no final da tarde para uma visita de cortesia ao arcebispo dom Sérgio Castriani. Foto: Divulgação

“Um programa emergencial bem gerenciado e administrado de forma eficiente, com propostas viáveis, é capaz de tirar o Amazonas do caos em que se encontra”. A afirmação é do senador Eduardo Braga, candidato da coligação União pelo Amazonas ao Governo do Estado, que cumpriu agenda de entrevistas à imprensa local nesta terça-feira (18).

Questionado sobre como um Plano de Emergência poderá ser executado diante da crise econômica do Amazonas, Braga lembrou que deixou o governo, em 2019, com um orçamento de R$ 8 bilhões. “Ano passado, o orçamento do Amazonas ficou em R$ 15 bilhões, quase o dobro. Ou seja, o dinheiro do Governo do Estado está sendo aplicado de forma errada, ou está sendo desviado em contratos absurdos”, criticou.

O candidato explicou que a execução do Plano de Emergência é uma questão de gestão. “Primeiro vamos atuar na questão econômica, reduzindo o ICMS sobre a cesta básica e sobre o gás de cozinha. Com isso, o trabalhador terá mais dinheiro para gastar com outros serviços, girando a roda da economia. Depois vamos criar uma política de incentivos fiscais para incentivar a geração de empregos. Menos impostos para quem gerar mais postos de trabalho para a população”, adiantou Eduardo.

Visita

Eduardo Braga encontrou com Marcelo Ramos no final da tarde para uma visita de cortesia ao arcebispo dom Sérgio Castriani. Junto com as esposas Sandra Braga e Juliana Ramos, os candidatos falaram da questão ambiental no Amazonas depois que dom Sérgio revelou sua próxima viagem ao interior, pelo riu Jaú.

“O senhor (dom Sérgio) precisa conhecer o trabalho que fizemos no rio Uatumã. As 16 comunidades locais já conseguem viver do ecoturismo e do turismo de pesca esportiva. Eles possuem 12 pousadas e, junto com a atividade de manejo florestal, conseguem ganhar até R$ 1,5 mil por mês, cada família. Essa deveria ser a realidade de todo o nosso interior, mas, infelizmente, vários de nossos projetos foram desativados”, lamentou Eduardo.

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