
Volante brasileiro elogiou Martin Odegaard, projetou duelo equilibrado e afirmou que a Seleção treinou para neutralizar o principal ponto forte dos noruegueses. (Foto: Rafael Ribeiro / CBF)
Às vésperas do confronto entre Brasil e Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo, o volante Bruno Guimarães afirmou que espera um jogo de forte intensidade física e ressaltou a necessidade de atenção nas jogadas de bola parada, principal arma da equipe europeia.
O duelo será disputado neste domingo (5), às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Além da disputa coletiva por uma vaga nas quartas de final, a partida reúne dois dos principais garçons do Mundial. Bruno soma quatro assistências e aparece entre os líderes do fundamento, enquanto o meia norueguês Martin Odegaard já distribuiu três passes para gol.
Em entrevista coletiva, o camisa 8 destacou que confrontos individuais também podem influenciar o resultado, mas reforçou que o desempenho da equipe será determinante para buscar a classificação.
Bruno afirmou que pretende manter o bom momento na competição, mas ressaltou que sua função vai além das assistências. Segundo ele, o trabalho de marcação, a distribuição das jogadas e a intensidade durante os 90 minutos são fundamentais para o funcionamento da Seleção Brasileira.
O volante também comentou sobre as altas temperaturas previstas para o horário da partida, com termômetros próximos dos 33°C e sensação térmica ainda maior. Para ele, o calor será um desafio para as duas equipes e exigirá força física e um elenco preparado para manter o ritmo durante toda a partida.
Na avaliação do jogador, a profundidade do grupo pode fazer a diferença, citando como exemplo a entrada decisiva de Gabriel Martinelli, autor do gol da vitória sobre o Japão na fase anterior.
Bruno Guimarães chamou atenção ainda para a força da Noruega nas bolas paradas. Com atletas de grande estatura, como Erling Haaland e Alexander Sorloth, ambos com 1,95 metro, a seleção europeia costuma explorar cruzamentos e cobranças de escanteio como uma de suas principais armas ofensivas.
Segundo o volante, a comissão técnica brasileira trabalhou esse aspecto durante a preparação e acredita que a equipe está pronta para neutralizar o jogo aéreo adversário. O objetivo, afirmou, é controlar os pontos fortes da Noruega e apresentar um bom futebol para garantir a vaga na próxima fase da Copa do Mundo.
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