
Foto: Simone Brandão/Secom
O prefeito de Parintins, Mateus Assayag, realizou nesta quinta-feira (16/04) a abertura do 12º mutirão de cirurgias desde o início da atual gestão. A ação contempla 25 pacientes com procedimentos de vesícula, hérnia, reconstrução intestinal e cirurgias bariátricas, realizados no hospital Jofre Cohen.
O mutirão conta com profissionais do município e equipe do médico Sidney Chalub, ampliando a capacidade de atendimento e a oferta de especialidades.
A abertura ocorreu no Centro do Idoso e reuniu a vice-prefeita Vanessa Gonçalves, o deputado federal Amom Mandel, o vereador Adson Príncipe, a presidente do Conselho Municipal de Saúde, Maria Rosa Barbosa, além de profissionais da saúde, pacientes e familiares.
Desde o início de 2025, o município já ultrapassou a marca de aproximadamente 2.500 procedimentos cirúrgicos, entre atendimentos eletivos, urgências e mutirões.
Durante o evento, o prefeito destacou a ampliação das especialidades e o alcance das ações.
“Já são 12 mutirões com diversas especialidades, inclusive novas, para atender tanto a população da cidade quanto da zona rural. O objetivo é garantir dignidade e qualidade de vida para as famílias parintinenses”, afirmou.
O deputado federal Amom Mandel ressaltou a execução dos recursos destinados ao município.
“Parintins tem correspondido com qualidade na aplicação dos recursos federais. Com um custo reduzido, é possível atender mais pacientes com uma equipe qualificada, garantindo acesso a cirurgias que muitas vezes são inacessíveis”, disse.

Foto: Simone Brandão/Secom
A vice-prefeita Vanessa Gonçalves também destacou o impacto da iniciativa na rede municipal de saúde, enquanto o secretário de Saúde, Clerton Rodrigues, enfatizou a importância dos mutirões para reduzir filas e ampliar o acesso aos procedimentos.
Um dos pacientes atendidos, Samuel Barroso, morador do Mocambo do Arari, relatou a longa espera pela cirurgia.
“São três anos de luta. Passei mais de um ano em Manaus tentando conseguir o procedimento e não tive sucesso. Foi um período muito difícil”, contou.
Ele afirmou que chegou a vender bens pessoais para tentar custear o tratamento.
“A gente reconstrói os bens, mas a vida não. Essa oportunidade representa muito para mim”, disse.
O paciente também destacou os impactos da condição de saúde no convívio social e emocional.
“Eu não tinha mais vida social. Existe preconceito e também as limitações da própria doença. Isso afeta tudo”, relatou.
A iniciativa reforça a estratégia da gestão municipal de ampliar o acesso à saúde e reduzir a demanda reprimida por cirurgias no município.
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