
Esmam lança projeto ‘Justiça por Elas’ em centros de convivência
O mês de março é marcado por importantes reflexões sobre a luta histórica das mulheres por igualdade de direitos, respeito e dignidade, simbolizado pelo “Dia Internacional da Mulher”, celebrado em 8 de março. Para comemorar e contribuir com esta luta, a Escola Superior da Magistratura do Amazonas (Esmam) criou o “Projeto Justiça por Elas”, com ações que promovem espaços de diálogo, informação e fortalecimento feminino e, neste primeiro ano, ocorrerá em comunidades atendidas pelos Centros de Convivência da Família.
A primeira atividade do “Justiça por Elas” aconteceu na quarta-feira (11), no Centro de Convivência da Família Magdalena Arce Daou, no bairro Compensa, com palestra proferida pela magistrada do TJAM Naia Moreira Yamamura.
Segundo o secretário-geral da Esmam, professor doutor João Paulo Jacob, muitas mulheres ainda desconhecem seus direitos, os mecanismos de proteção existentes e os caminhos institucionais para buscar apoio em situações de violência, discriminação ou vulnerabilidade social.
Jacob explica a proposta é dar continuidade ao projeto que se inicia neste ano, que deverá ser inclusive ampliado, contando com a participação direta de magistradas do TJAM.
“A presença de magistradas para ministrar palestras contribuirá, significativamente, para aproximar o sistema de justiça da comunidade, promovendo conhecimento, empoderamento e orientação segura sobre direitos e proteção às mulheres. Assim, esta ação busca proporcionar um momento de aprendizado, troca de experiências e conscientização, fortalecendo a autonomia feminina e incentivando a busca por proteção e justiça quando necessário”, afirmou Jacob.
O projeto visa a promover informação, conscientização e fortalecimento das mulheres atendidas pelo Centro de Convivência da Família acerca de seus direitos, mecanismos de proteção e acesso à justiça, por meio de palestras ministradas por magistradas.
A secretaria da Controladoria Prévia da Esmam, Mirian Falcão da Silveira Rolim, pontua que esta ação é muito importante, pois aproxima o Poder Judiciário da população pois, muitas vezes, a Justiça ainda é vista como algo distante da realidade das pessoas, e quw iniciativas como esta ajudam justamente a diminuir essa distância.
“Ao longo de todo o mês de março, nós estaremos realizando essa ação em diversos Centros de Convivência da Família, levando magistradas para conversar diretamente com as mulheres atendidas nesses espaços. A ideia é criar um momento de diálogo, de orientação e principalmente de compartilhamento de informações sobre direitos e mecanismos de proteção às mulheres. Essa iniciativa é uma forma da ESMAM cumprir o seu papel social com ações que levem informação, cidadania e acesso à justiça para a sociedade e quando falamos de direitos das mulheres, essa informação é fundamental. Muitas vezes, conhecer os direitos e saber onde buscar ajuda pode fazer toda a diferença na vida de uma mulher”, disse Miriam Rolim
– Dia:17/03/2026 – 9 às 11h
Cecf André Araújo, no bairro Raiz
Magistrada: Juline Rossendy Neres
– Dia:18/3/2026 – 14 às 16h
Cecf 31 de Março, no bairro Japiim
Magistrada: Dinah Câmara Fernandes Abrahão