04/AGO 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Mercado eleva projeções positivas para economia do Brasil em 2026, revela levantamento

Publicado em 16 de fevereiro, 2026

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda (MF) divulgou na sexta-feira (13/2) o Prisma Fiscal do mês de fevereiro de 2026. O material apresenta projeções de agentes de mercado para os principais indicadores econômicos para todo o ano de 2026 e de 2027.

Mostra também estimativas de curto prazo referentes a fevereiro, março e abril deste ano. Para os resultados anuais relativos a 2026, houve melhora de expectativas relativas a uma série de indicadores: arrecadação das receitas federais, receita líquida, resultado primário e nominal do Governo Central, Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG), Produto Interno Bruto (PIB) nominal e inflação.

Nas projeções de curto prazo, destaque para melhoras nas estimativas quanto aos resultados de fevereiro para arrecadação, resultado primário, inflação e taxa de desemprego (medida pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, a PNAD, calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE).

• Para a inflação do ano todo (medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor — INPC), os agentes de mercado estimam índice de 4,02% (era de 4,17%, no Prisma de janeiro).

• Para a inflação de curto prazo, o Prisma informa que o mercado aguarda INPC de 0,50% em fevereiro (ante projeção anterior, de 0,55% para o mês). Já para a taxa de desemprego de fevereiro, medida pela PNAD/IBGE, há expectativa por índice de 5,90% (ante 5,95%, no Prisma anterior).

• Destaque também para a nova estimativa de mercado para o resultado primário (receitas menos despesas) do Governo Central em 2026, que agora aponta para déficit de R$ 68,206 bilhões. Em janeiro, havia projeção de déficit de R$ 72,400 bilhões no período.

• O PIB também vai ter resultado melhor, preveem agentes de mercado. O Prisma Fiscal de fevereiro revelou que as projeções para o PIB nominal (soma de todas as riquezas do País no ano, em valores atuais) está agora estimado em R$ 13,489 trilhões em 2026 (ante R$ 13,447 trilhões, no levantamento anterior)

O mercado também melhorou expectativas em relação à trajetória da Dívida Bruta do Governo Geral, indicando para índice de 83,48% na relação entre DBGG e PIB ao final de 2026. Houve queda, portanto, em relação a janeiro, quando as projeções indicavam para 83,70% na relação DBGG/PIB no exercício.

Confira a íntegra do Prisma Fiscal de fevereiro de 2026, publicado pela SPE nesta sexta-feira (13/2)

Agência Gov

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