11/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Direitos da pessoa idosa são reforçados pela Sejusc durante desfile do Carnaval

Publicado em 15 de fevereiro, 2026

Direitos da pessoa idosa são reforçados pela Sejusc durante desfile do Carnaval

Com o tema “EnvelheSer é arte, viver é marchinha”, aproximadamente 3 mil idosos do projeto EnvelheSer 60+ abriram, no sábado (14/02), os desfiles da categoria especial do Carnaval na Floresta 2026, no Sambódromo, zona centro-oeste. A programação aliou celebração cultural a ações de orientação e garantia de direitos, promovidas pela Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), por meio da Secretaria Executiva Adjunta de Direitos da Pessoa Idosa (Seadpi).

O desfile integrou a programação carnavalesca com ações de cidadania e fortalecimento da rede de proteção, reafirmando o compromisso do Governo do Estado com o envelhecimento ativo e a valorização da pessoa idosa.

Conforme a titular da Sejusc, Jussara Pedrosa, o momento representa inclusão, reconhecimento e cuidado. Segundo ela, além da celebração cultural, o evento também contribui para o bem-estar físico e emocional dos participantes.

Desfile

“Realizamos, mais uma vez, o desfile do projeto EnvelheSer 60+, que sempre faz bonito ao entrar na avenida, abrindo o grupo especial. Reforçamos que é sempre tempo de proteção e cuidado para a pessoa idosa”, destacou.

O enredo deste ano resgatou as tradicionais marchinhas de Carnaval, conhecidas e cantadas pelos idosos em sua juventude, memórias que permanecem vivas e fortalecem o protagonismo da pessoa idosa na cultura popular.

Deuzalina Pantoja Lima, de 64 anos, integrante do grupo 100% Jovem do Morro da Liberdade, afirma que participar das atividades é motivo de alegria. Ela destaca que, há cinco anos, integra a comissão de frente que abre os desfiles do grupo especial.

Projeto

“Para mim é maravilhoso fazer parte disso há cinco anos. O projeto faz bem para minha saúde e para o meu bem-estar”, comentou.

A ação contou com a atuação integrada da rede de proteção, com a participação de órgãos como a Delegacia Especializada em Crimes Contra a Pessoa Idosa (DECCI), o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), a Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM), o Ministério Público do Amazonas (MPAM) e instituições voltadas ao atendimento da pessoa idosa.

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