
Gestão de Wilson Lima investe em estradas e portos para destravar a economia do Amazonas
A infraestrutura ocupa posição central na agenda econômica do governador Wilson Lima. Desde 2019, a gestão mantém o foco na melhoria de estradas, ramais e acessos fluviais para ampliar a circulação econômica, fortalecer o turismo regional e reduzir os impactos das distâncias e do isolamento em um estado com grandes desafios logísticos.
As ações são conduzidas pela Secretaria de Estado de Infraestrutura, com frentes permanentes de manutenção e execução de novas etapas de obras tanto na capital quanto no interior. “Quando a logística funciona, a economia anda. Estradas, ramais e portos não são obras abstratas, são condições para o produtor trabalhar, o comércio circular e os serviços chegarem à população”, afirma o governador.
Na capital, as intervenções viárias têm impacto direto na mobilidade urbana e no abastecimento. Um dos destaques é o Rapidão Rodoanel, executado em etapas para reorganizar o tráfego pesado, criar rotas alternativas para cargas e reduzir a pressão sobre vias internas de Manaus. A obra também melhora a conexão com rotas de entrada e saída da cidade, utilizadas pelo transporte de mercadorias e pelo turismo regional.
Dados do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana indicam que, após o alargamento viário na avenida do Turismo, um dos eixos do Rapidão, o fluxo de veículos em horários de pico cresceu cerca de 200%, passando de aproximadamente 1 mil para 3 mil veículos por hora, contribuindo para maior fluidez no trânsito da capital.
No interior, o governo mantém investimentos em rodovias estaduais estratégicas. Entre 2019 e 2025, foram contabilizados 1.559,20 quilômetros de obras, somando recuperação e modernização de trechos como a AM-010, que liga Manaus a Rio Preto da Eva e Itacoatiara, e a AM-070, corredor entre Manaus e Manacapuru. Segundo o governador, rodovias em melhores condições reduzem riscos de interrupções no transporte de cargas e facilitam o abastecimento da capital e a integração econômica com os municípios.
Nas áreas rurais, a infraestrutura viária está diretamente ligada à produção. Mais de 248 quilômetros de vicinais e ramais foram recuperados em diferentes municípios, conectando áreas produtivas a sedes municipais, portos e mercados regionais. Para agricultores familiares e produtores rurais, estradas transitáveis significam menos perdas, redução do custo do frete e maior regularidade no escoamento da produção.
Nos rios, principal modal de deslocamento em grande parte do Amazonas, o governo estadual entregou, entre 2019 e 2025, pelo menos 36 estruturas fluviais, entre terminais flutuantes e equipamentos portuários, distribuídas em diversas regiões. Os investimentos superam R$ 50,5 milhões e ampliam o embarque e desembarque de passageiros e cargas, incluindo rotas utilizadas pelo turismo regional e comunitário.

Para o secretário da Seinfra, Carlos Henrique Lima, as obras refletem o compromisso da gestão em levar infraestrutura de qualidade a todas as regiões. Segundo ele, os investimentos em mobilidade viária e fluvial são fundamentais para gerar desenvolvimento, qualidade de vida e dignidade à população.
A integração dessas frentes com políticas urbanas, habitação e saneamento é coordenada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano e pela Unidade Gestora de Projetos Especiais, sob a condução do secretário Marcellus Campêlo. A proposta é alinhar a infraestrutura viária às ações urbanas e aos serviços essenciais, fortalecendo a estratégia de desenvolvimento do estado.
Com obras simultâneas na capital e no interior, a política de infraestrutura mantida desde o início da gestão Wilson Lima busca criar um sistema integrado, no qual estradas, ramais e rios funcionem como vetores de produção, circulação, turismo e serviços, contribuindo para destravar a economia e ampliar as oportunidades no Amazonas.
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