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Da Redação – Um homem foi preso na tarde desta quarta-feira (28) suspeito de matar a tiros a vizinha Alana Arruda, de 25 anos, na rua da Paz, no bairro Betânia, zona Sul de Manaus. A ocorrência foi atendida por equipes da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), que confirmaram que a vítima foi atingida por um disparo de arma de fogo na região da cabeça e morreu ainda no local, antes da chegada do socorro médico.
De acordo com informações repassadas pela PM, a vítima era vizinha do suspeito, identificado como Emerson. Segundo relatos colhidos no local, havia desentendimentos antigos entre os dois moradores, que residiam próximos um ao outro na mesma via. Pessoas próximas à vítima informaram que as discussões entre o homem e a vizinha teriam ocorrido em outras ocasiões.
Testemunhas relataram à polícia que, na noite da última terça-feira (27), Alana teria ido até a residência do suspeito, acompanhada de outra pessoa, com o objetivo de conversar e esclarecer a situação envolvendo os conflitos entre vizinhos. No entanto, ao chegar ao endereço, não encontrou ninguém no imóvel. Na manhã da quarta-feira, houve um novo desentendimento entre a vizinha e o suspeito, conforme relatos obtidos pelas autoridades no decorrer da ocorrência.
Na tarde do mesmo dia, ao retornar à residência do homem, Alana foi atingida por um disparo de arma de fogo na cabeça. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A área foi isolada pela Polícia Militar para preservar a cena do crime até a chegada das equipes da perícia criminal e do Instituto Médico Legal (IML), responsável pela remoção do corpo.
Após o ocorrido, o suspeito não tentou fugir. Conforme a PM, Emerson permaneceu dentro de sua residência aguardando a chegada das viaturas. Ele se entregou sem oferecer resistência e foi conduzido ao 1º Distrito Integrado de Polícia (1º DIP). Durante a abordagem, os policiais apreenderam uma arma de fogo de calibre 38, que teria sido utilizada no crime.
O caso será investigado pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM). O suspeito permanece à disposição da Justiça, enquanto as autoridades seguem com as diligências para a conclusão do inquérito policial.
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