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Da Redação – Alesson Pessoa Mota, condenado pelo assassinato da técnica em enfermagem Viviane Costa, foi preso no início da tarde desta terça-feira (27) em Manaus. A prisão foi efetuada por agentes das Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam), após o cumprimento de um mandado judicial. O foragido foi localizado em uma oficina mecânica situada na rua Uruaçu, no bairro Tarumã, zona Oeste.
Segundo informações da polícia, a localização de Alesson foi possível após o recebimento de denúncias anônimas que indicavam o local onde ele estaria trabalhando. As equipes da Rocam se deslocaram até o endereço informado e realizaram a abordagem no estabelecimento. No momento da prisão, o condenado estava trabalhando na oficina e não apresentou resistência.
Após ser detido, Alesson Pessoa Mota foi conduzido ao 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde foram realizados os procedimentos legais cabíveis. Em seguida, ele deverá ser encaminhado ao sistema prisional para o cumprimento da pena determinada pela Justiça.
O crime pelo qual Alesson foi condenado ocorreu em 2013 e teve como vítima Viviane Costa, técnica em enfermagem e ex-noiva do acusado. Conforme consta nos autos do processo, o homicídio foi motivado pela não aceitação do fim do relacionamento por parte do réu. As investigações apontaram que Alesson teria planejado o crime e contratado um executor para realizar o assassinato.
De acordo com o processo judicial, Viviane Costa foi alvo de dois atentados em um intervalo inferior a um ano. No primeiro ataque, a vítima conseguiu sobreviver. No entanto, no segundo atentado, ela foi novamente atingida e não resistiu aos ferimentos. O executor contratado para o crime foi identificado como Francisco de Almeida, um policial reformado.
O julgamento do caso foi concluído em julho de 2025, no Fórum Henoch Reis, em Manaus. Na ocasião, Alesson Pessoa Mota foi condenado a 37 anos, três meses e 15 dias de prisão, a serem cumpridos em regime fechado. Já Francisco de Almeida recebeu uma pena de 33 anos e nove meses de reclusão. O executor foi preso ainda em setembro do ano passado, após decisão judicial.
Durante o julgamento, a Justiça considerou como agravante a repetição das tentativas contra a vida da vítima em um curto espaço de tempo. A sentença destacou a existência de planejamento prévio e a contratação de terceiros para a execução do crime.
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